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Dado público apenas. Sem senha.
O processamento começa após a confirmação.
Use comprovante e WhatsApp se precisar.
Inscrito é o único número do YouTube que aparece fora do vídeo: na capa do canal, nos resultados de busca e ao lado do botão vermelho. Aqui você compra a partir de 50 inscritos, com PIX e sem senha — e encontra também a parte que quase ninguém escreve: onde esse número ajuda de verdade e onde ele não resolve nada.
Depende inteiramente do que você espera. Vale a pena se o objetivo é credibilidade na vitrine: um canal com 40 inscritos e um com 3.000 recebem julgamentos diferentes de quem chega pela primeira vez, mesmo com o mesmo vídeo. Esse julgamento acontece em segundos e influencia se a pessoa clica, assiste e assina.
Não vale a pena se o objetivo é monetização, alcance ou audiência engajada. Inscrito comprado não assiste seus vídeos, não comenta e não gera horas de exibição. Quem compra esperando isso gasta dinheiro para se decepcionar, e a decepção não é falha da entrega — é expectativa mal colocada desde o começo.
A resposta honesta, então, é: vale como reforço de prova social para um canal que já produz conteúdo, e não vale como substituto de audiência. Se você está construindo um canal e quer que ele não pareça abandonado enquanto engrena, faz sentido. Se você quer pular a fila da monetização, não faz.
Não existe crime nem ilegalidade em contratar serviço de marketing para redes sociais no Brasil. O que existe são os Termos de Serviço do YouTube, que são um contrato entre você e a plataforma, não uma lei.
Os termos do YouTube proíbem métricas artificiais — engajamento gerado por automação ou com o objetivo de enganar o sistema. Na prática, o que a plataforma combate ativamente são bots e granjas de contas, e ela faz limpezas periódicas removendo perfis inativos de todos os canais, comprados ou não.
O que isso significa para você, sem rodeio: existe risco, ele não é zero, e ele é menor quando a entrega é gradual, feita em conta pública, sem senha e em volume compatível com o tamanho do canal. Um canal de 200 inscritos que ganha 50 mil da noite para o dia chama atenção; o mesmo canal ganhando 500 ao longo de dias, não. Por isso nossos pedidos entram em fila em vez de despejar tudo de uma vez.
Depende da origem. Na linha mundial, mil inscritos saem por R$ 589,90; na brasileira, por R$ 649,90. O pacote de entrada é de 50 inscritos, a partir de R$ 29,50.
Estas são as linhas realmente disponíveis nesta página, com o preço a cada mil e a faixa de quantidade que cada uma aceita:
| Linha | Preço a cada 1.000 | Quantidade (Inscritos) |
|---|---|---|
| Inscritos YouTube — Mundial R30 | R$ 589,90 | 50 a 100.000 |
| Inscritos YouTube Brasileiros ⭐⭐⭐⭐⭐ | R$ 649,90 | 50 a 25.000 |
Os valores oficiais são sempre os do seletor de pacotes no instante do checkout. Esta tabela existe para comparação e leitura — havendo divergência, prevalece o valor exibido no checkout.
Vale um alerta sobre preço, já que a busca por "inscritos por 1 real" e "inscritos grátis" é comum: quando o valor é absurdamente baixo, o que está sendo entregue quase sempre é conta descartável que cai na primeira limpeza da plataforma. Você paga barato duas vezes — na compra e na reposição que não vem.
Em dinheiro direto, zero: o YouTube não paga por inscrito. O que ele paga é por anúncio exibido em visualização válida, e isso depende de gente assistindo, não de gente inscrita.
O valor de mil inscritos é indireto e real em três frentes:
O caminho que funciona é chato e conhecido: publicar com regularidade, trabalhar capa e título até o CTR subir, e prender o espectador nos primeiros trinta segundos. Não há atalho para isso, e quem diz o contrário está vendendo alguma coisa.
Onde a compra entra nesse caminho é num ponto específico: o começo, quando a contagem baixa trabalha contra você e afasta justamente as pessoas que o seu conteúdo conquistaria. Comprar um pacote de entrada para sair do zero absoluto e continuar publicando é uso legítimo. Comprar 10 mil e parar de postar não é estratégia, é gasto.
Este é o ponto em que muita loja mente, então aqui vai o que a própria plataforma exige:
A palavra que decide tudo ali é "válidas". O YouTube avalia horas de exibição e visualizações junto com o comportamento das contas envolvidas, e faz essa análise no momento da revisão do canal. Inscrito comprado não gera hora de exibição válida.
Ou seja: comprar inscritos pode te colocar acima do número de 1.000, mas não cumpre o outro requisito — e é o outro requisito que reprova a maioria dos canais. Se a monetização é o seu objetivo, o investimento certo é em conteúdo que segure audiência, não em contagem.
As duas linhas entregam a mesma contagem e aparecem igual na capa. A diferença mora em um lugar só: o YouTube Studio, em Público > Principais geografias. Mundiais espalham esse gráfico por vários países; brasileiros concentram no Brasil.
A pergunta que resolve: alguém além de você vai olhar esse relatório?
Se não, o pacote mundial entrega o mesmo efeito visível por menos. Ele faz sentido em canal sem fala — gameplay, música, lo-fi, ASMR, satisfying, timelapse —, em canal legendado com público internacional, e em canal novo que só precisa não parecer vazio.
Se sim, vale pagar a diferença pelo brasileiro. Quem olha, na prática: agência fechando publi, marca avaliando patrocínio, e você mesmo ao decidir horário de publicação. Agência costuma pedir print da aba de geografias antes de assinar — e um canal falado em português com público majoritariamente estrangeiro levanta uma pergunta que você não quer responder no meio da negociação.
A diferença que importa não é o rótulo que a loja usa — todo mundo escreve "100% reais". A diferença aparece no comportamento:
É uma das buscas mais comuns, e merece resposta direta. Serviço realmente gratuito costuma funcionar de duas formas: troca recíproca, em que você precisa se inscrever em canais desconhecidos, ou coleta de dados, em que o produto é você. Nos dois casos o inscrito vem de conta sem interesse no seu conteúdo e some rápido.
O que faz sentido, se o objetivo é testar, é começar pelo menor pacote pago — 50 inscritos por R$ 29,50. Você valida o fluxo inteiro (pagamento, prazo, atendimento, permanência) com pouco dinheiro em risco, e sem entregar acesso a ninguém.
Acesso: não pedimos senha, código de duas etapas nem acesso ao Google, em momento nenhum. Um link público basta, e essa é a única informação necessária.
Prazo: pedidos menores costumam iniciar em poucos minutos. Volumes altos podem levar de algumas horas até o prazo da ficha do pacote, e a fila do dia influencia — o mesmo pacote pode começar mais rápido numa terça de manhã do que numa sexta à noite. A gradualidade é proposital.
Reposição: linhas marcadas R30 têm janela de 30 dias. Se a contagem cair nesse período, você aciona o suporte com o número do pedido e o comprovante.
Defina o critério antes de pagar, porque depois todo mundo racionaliza. O número que mais responde a um aumento de inscritos não é o de visualizações — é a taxa de cliques da miniatura nos vídeos publicados na sequência, disponível no YouTube Studio.
Compare as duas semanas anteriores com as duas seguintes. Se o CTR não se mexer, o gargalo é capa e título, e aumentar a quantidade de inscritos vai repetir o mesmo resultado com ticket maior. Publique na mesma semana do pedido: contagem que sobe com o canal parado é o cenário que menos converte visita em inscrito orgânico.
Se o objetivo é o canal inteiro e não só a contagem, estes trabalham em conjunto:
Respostas diretas sobre segurança, entrega, pagamento e como comprar com confiança na Feira Social.
O que a gente publica sobre o assunto, com dado próprio e sem promessa vazia.
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